quinta-feira, abril 19, 2007

Cremada em Bali

Cremada de onze telhados... quisera apenas uns ou um. Logo depois de ver num dia o sol e no outro logo depois de desaperecer-me a certeza que não tenho nesta terra entre águas que estou. Cremada em Indra agora já nas mãos de divindades aladas, madeirada, cortada e esfumaçada; misturando-se aos odores bem distantes dos olhos (como mentira) tão perto das mãos de quem num ritual sagrado recontou, produziu.

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