Cremada de onze telhados...
quisera apenas uns ou um.
Logo depois de ver num dia o sol e no outro logo depois
de desaperecer-me a certeza
que não tenho nesta terra
entre águas que estou.
Cremada em Indra agora já nas mãos de divindades aladas,
madeirada, cortada e esfumaçada;
misturando-se aos odores
bem distantes dos olhos (como mentira)
tão perto das mãos de quem num ritual sagrado recontou,
produziu.

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